Reserva biogenética

Mata da Albergaria

Carvalhal ancestral, Geira Romana e a Cascata da Portela do Homem — a alma do Parque Nacional Peneda-Gerês.

A Mata da Albergaria é uma reserva biogenética reconhecida pelo Conselho da Europa e um dos últimos carvalhais autóctones do Norte de Portugal. Atravessa-a a antiga Via XVIII (Geira Romana), ligando Braga a Astorga há dois mil anos.

Aqui reunimos como visitar, informação sobre a portagem sazonal, principais paragens e as regras a respeitar para preservar o património natural mais precioso do Gerês.

Perguntas frequentes

O que é a Mata da Albergaria?

É um dos últimos carvalhais autóctones do Norte de Portugal e a única Reserva Biogenética portuguesa reconhecida pelo Conselho da Europa. Cobre cerca de 700 hectares no coração do Parque Nacional Peneda-Gerês, atravessada pela antiga estrada romana XVIII (Geira).

Quanto custa entrar na Mata da Albergaria?

A entrada a pé é gratuita. O acesso rodoviário tem portagem sazonal entre junho e setembro (~€1,50 a €2 por carro), gerida pela Junta de Freguesia da Vila do Gerês, para controlar o afluxo turístico.

Como se chega à Mata da Albergaria?

Pela N308-1 a partir da Vila do Gerês, sentido fronteira de Espanha. A estrada atravessa a mata durante ~10 km, com várias paragens em cascatas, marcos romanos e miradouros — nomeadamente a Portela do Homem no topo.

O que ver na Mata da Albergaria?

A Cascata da Portela do Homem, os marcos miliários da Geira Romana, a Ponte de S. Miguel, o Miradouro do Junceda e o carvalhal ancestral. Todo o percurso é ideal para uma visita lenta de meio dia.

Posso fazer piquenique ou acampar?

Existem parques de merendas na envolvência. O campismo selvagem é estritamente proibido — a mata é reserva biogenética integral e a fiscalização é activa.

Posso levar cão?

Sim, mas obrigatoriamente à trela. A mata alberga espécies protegidas (corço, javali, cabra-do-gerês) que se assustam facilmente com cães à solta.